domingo, 1 de novembro de 2009

Primeira Guerra Mundial (1914 - 1918)

O processo de busca por areas de influências fez com que o mundo se dividisse em duas grandes grupos: Triplice Aliança e Tríplice Entente.
A Tríplice Aliança era liderada por Alemanha, que teve seu desenvolvimento tardio, Império Austro - Hungaro e Turco Otamano. Já a Tríplice Entente, era comandada pela Inglaterra, que promoveu o processo de industrialização que se espalhou pelo mundo inteiro, França e Rússia.
Ambas Alianças promoviam uma série de estratégias para estender seu poder, buscando assim novos territórios que consumissem produtos industrializados, e também fossem fontes das matérias primas necessárias para as produções.



A Rússia saiu da guerra em 1917, devido a Revolução Russa, uma revolta civil pela situação precária em que viviam a grande população operariada.
A Itália, ganha alguns territórios e troca de lado.
Os EUA, entra no final da Guerra (1917), e acaba sendo o grande fator decisivo para seu fim. Após alguns anos de guerra em território europeu, os países estavam enfraquecidos e destruídos. Os EUA entra com força total, e decide a guerra a favor da Tríplice Entente.
Podemos destacar como característica predominante na Primeira Guerra Mundial o uso das trincheiras.



Esses buracos feitos nas regiões de batalha serviam como proteção aos soldados. Porém, tinha alguns prejuízos, como o acumulo intenso de água e a dificuldade de retirada dos corpos, o que fazia com que se espalhassem as doenças entre os demais.

Com o final da 1ª Guerra Mundial foi assinado, entre os países vencedores, em 1919, o Tratado de Versalhes, que determinava uma série de sanções a Alemanha, considerada a grande culpada pela guerra. Entre elas destaca-se:

  • Devolver territórios;

  • Exército e poderio bélico reduzido e

  • Pagamento de indenização aos países da Entente.
Tal acordo fez com que se espalha-se na Alemnha um sentimento de humilhação, que mais tarde veio a contribuir para a eclosão da Segunda Guerra Mundial

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Imperialismo



IMPERIALISMO ( Século XIX)
Tivemos duas Revoluções Industriais:

A 1ª Revolução Industrial marca a utilização do vapor e do ferro, e se foca mais no desenvolvimento da Inglaterra como grande potência.

  • A 2ª Revolução Industrial, marca as grandes empresas, o uso de capital financeiro, ou seja, a aplicação de empréstimos oriundos de outras empresas e bancos (empréstimos, sociedades) e atinge o mundo inteiro. Destacam-se países como Inglaterra, França, e os EUA que, após a Guerra Civil, atinge um nível de desenvolvimento que vai faze-lo subir ao topo das grandes potências mundiais em pouco tempo.


BRASIL: IMPÉRIO para REPÚBLICA:

O Brasil Império entra em crise motivada principalmente por interesses economicos:

pressão inglesa para abolição da escravatura (o mundo precisava entrar no sistema capitalista, ou seja, consumir os produtos industrializados agora em grande escala: escravo não ganha salário, logo, não compra);

  • pressão interna motivados pelo descontentamento de setores cruciais para a manutenção do poder monárquico (elite cafeeira e militares).

A Inglaterra, grande fornecedora de recursos para o Brasil, mais a ação dos principais intelectuais da época (EX: literários) fazem que ao longo do ano de 1800 apareçam uma série de leis que tendem ao abolicionismo:


Lei Eusébio de Queiroz (1850): Proíbe o tráfico negreiro da África para o Brasil. Resultado: Intensificação do tráfico externo, tirando escravos de regiões do norte e nordeste e enviando-os para o sudeste e sul ( novos pólos econômicos brasileiros);

    Pintura do interior de uma embarcação de tráfico negreiro

  • Lei do Ventre Livre (1871): Filhos de escravos nascidos após tal data eram considerados livres. Resultado: Como não tinham para onde ir, esses filhos permaneciam com seus pais e mantinham-se na vida de escravo.


  • Lei dos Sexagenários (1885): Apartir desta data, ao completar 65 anos os escravos eram livres. Resultado: O estilo de vida, o sofrimento e os maus-tratos não permitiam que muitos escravos chegassem a essa idade.


  • Lei Áurea (1888): Assinada pela Princesa Isabel na ausência de seu pai, a lei definitivamente aboli a escravidão no Brasil. Resultado: Apesar de livres, a maioria dos escravos permaneceu nas fazendas pela falta de opções para seguirem suas vidas de maneira livre. Poucos conseguiram com a ajuda de seus ex-senhores comprarem pequenos pedaços de terra. A maioria manteve-se em uma ivda de miséria, tornando-se, assim, pedintes nas grandes cidades.


Princesa Isabel
A Abolição da escravidão foi, para os grandes cafeicultores, um golpe economico imperdoável, fato que vai justificar então, o apoio destes a causa republicana, que há tempos existe no Brasil mas que não contava com um apoio massante dos cafeicultores, visto que eram diretamente priveligiados pela ação do governo.

Cafeicultores aliam-se ao movimento dos militares, insatifeitos com sua pouca valorização e atuação na vida política do Brasil e assim, planejam o grande golpe que vai tirar do trono o então imperador D. Pedro II, inciando a República Brasileira, em 15 de novembro de 1889.

O Império é um governo onde o rei é mantenedor de todo o poder. É dele que provem todas as decisões a respeito do seu império. Não há participação popular. A Igreja normalmente exerce forte influência.

Na República temos um governante escolhido pelo povo, que tem seu poder submetido a outros setores (representantes do povo, escolhidos por estes) para aprovação de leis.

Assim, inicialmente não há uma eleição do Brasil. O primeiro presidente (Deodoro da Fonseca) é escolido pelo Congresso. Este vai ser governado por militares, visto terem sido eles os grandes agentes da República. Este perído vai ser conhecido como a República da Espada (1889-1894).



Deodoro da Fonseca
Um dos grandes marcos deste período é a elaboração de nossa Primeira Cosntituição Republicana, em fevereiro de 1891. Cito abaixo alguns pontos estabelecidos:

  • Brasil torna-se uma república presidencialista, organizada em 3 poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário;


  • Fica estabelecido o voto direto e universal (maiores de 21 e alfabetizados, excluindo milheres, praças e mendigos);

  • As províncias tornam-se Estados, com uma maior autonomia;
  • O Estado torna-se laico, ou seja, não existe uma religião oficial no país;

  • O ensino deve ser leigo(sem caráter religioso) e não mais há a pena de morte no país, agora chamado de República dos Estados Unidos do Brasil.


República das Oligarquias (1894-1930): Iniciada a partir do governo do paulista Prudente de Moraes, um representante dos cafeicultores inicia um governo caracterizado pelo poder dos setores economicos da época. Assim, o poder permanece nas mãos dos grandes latifundiários da época.

  • O sucessor de Prudente; Campos Sales, vai criar um sistema de governo para o controle seguro destes no poder. É a política dos governadores, que tem como base os seguintes atos: apoio dos grupos dominantes de cada estado ao governo Central (o Governo Central então, só legitima o poder de seus aliados). Resultado: Fortalecimento dos poderes locais e dos coronéis.

  • Charge representando a pressão dos coronéis sob os eleitores
  • Estes coronéis exerciam seu poder nas suas localidades mas, estavam também sujeitos às oligarquias maiores de cada Estado, para então concretizarem suas promessas e favores. O poder estava nas mãos das oligarquias mais influentes do país, restringindo-se assim aos Estados mais ricos da épca: Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, este último deixado para trás visto o poder economico maior dos outros Estados citados. Inaugura-se aqui a Política do café-com-leite.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Revolução Russa






Olá pessoal!

Estou disponibilizando o material que utilizei com a turma 81. Serve como apoio para o estudo da recuperação.
Não esqueçam os demais conteúdos!

Revolução Russa





terça-feira, 27 de novembro de 2007

Império no Brasil

Olá pessoal!
Sei que há tempos não apareço aqui. Pois é. Final de ano chegando e eu também tenho meus trabalhos para fazer.
Estou passando apenas para dar umas dicas de estudo.
Para a prova de sexta - dia 30 de novembro, vc's devem estudar:
Turma72: Capitulos 14 e 15 do livro.
Turma: 73: 14, 15 e 16 do livro.

Não esqueçam da provinha de recuperação, terça dia 4 de dezembro...Viva!!!! Quase acabando!! Mais alguns dias e vamos descansar!!! Hehehe.


Dicas Gerais

Para a prova é muito importante saber o contexto da Independência do Brasil:
O que estava acontecendo?
Como a Colônia estava?
O povo estava satisfeito? Por quê?

Após a Independência:
Para que foi feita a Independencia?
Quem participou?
Mudou o que na política do Brasil?
Como foram feitas nossas primeiras leis, nossa Constituição?
Existe diferença entre as monarquias absolutistas e o governo que se instarou com D. Pedro I?
Como D. Pedro governava?

No periodo Regencial:
O que foi esse período?
Por que ele ocorreu?
Quem governava?
As provincias estavam satisfeitas? Por quê?
Vale a pena dar uma lida e retomar o exercício do caderno situando as revoltas, seu local, objetivos e finalização.

Bem, acho que era isso.
Boa sorte pra todos.

Beijão!!!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Tempo X História

A vida e sua correria...a dificuldade de lidar com o tempo.
O tempo, algo tão difícil de explicar.
Ás vezes parece correr, outras, não passar.
Muitas vezes, percebemos suas marcas, seja na pele ou nos lugares pelos quais passamos. Noutras, parece que o tempo foi piedoso, e permitiu sua passagem sem massacrar.

O que é o tempo?
O que é a História??



O tempo, tem o tempo que é só seu.
A História tem a narrativa que nós criamos.

Faça da sua História a lembrança de bons tempos.....

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Que país é esse??? Que Estado é esse??

  • Brasil - Rio Grande do Sul

    Que terra é essa que levanta uma bandeira que mal compreende?
    Que terra é essa que permite tantas tristezas a seus irmãos?
    Quem são esses homens que representam seu povo numa dita democracia? Ou seria melhor, uma ditadura da maioria?
    Enganos, só enganos.

    Será falta de estudo? De cultura? De memória?
    Por que passa o tempo, e as pessoas não crescem?

    A culpa, é de quem está no poder. Quem está no poder, está porque foi colocado pelos seus eleitores.

    Eleitores culpam governantes. Eleitores culpam outros eleitores.

    Brasil: 7 de setembro -
    Viva à Independência.
    Rio Grande do Sul: 20 de setembro - Viva à Revolução Farroupilha

    Meus alunos questionam: "Professora, é feriado por que, mesmo?
    Que cultura é essa que passamos a nossos alunos? Pois bem. Permitam-me que eu responda.
    A cultura dos feriadões, das pontes. Do dia da preguiça, do não fazer nada ou de fazer farra. Um dia de faltar a aula. De não ter que acordar cedo, de estudar, aturar professores.

    Devíamos, pelo menos, pararmos alguns minutos e repensarmos o caminho que estamos percorrendo. Não adianta lembrar o passado e não colaborarmos com o crescimento de um povo e de uma nação.

domingo, 2 de setembro de 2007

Vídeos do You Tube

Oi pessoal. Estou passsando rapidinho só pra falar dos vídeos seleciondados no You Tube.
Eles falam sobre Revolução Francesa e estão muito bons.
Aproveitem para dar uma olhada, se divertir e estudar.
Bjos e bom finalzinho de findi.

sábado, 1 de setembro de 2007

Pra que serve a História?

Pergunta que insiste em não calar entre os alunos durante as aulas.
Pra ter cultura.
Prá conhecer o nosso passado.
Prá saber porque vivemos assim hoje.
Pra sabermos porque as coisas são assim, como ficaram assim.
Não sei. Realmente não sei. Fiquei até pensando.
Eu amo história. Isso me dá satisfação. Parace algo natural. Temos curiosidades, perguntas e vamos atrás das respostas. Na História encontro elas...às vezes. Hehehe.

Olhem o que achei pela internet:

1)“A História serve para justificar visões de mundo” – Prof. Dr. André Ricardo Valle Vasco Pereira (Ufes)

2) “Com a História entende-se o passado, compreende-se o presente e faz-se projeções para o futuro” – Prof. Dr. Sebastião Pimentel Franco (Ufes)

3) “A História serve para se entender o presente” – Prof. Ms. Josemar Machado de Oliveira (Ufes)

4) “A História é uma das formas de reflexão da vida social, pois nossa sociedade é auto-reflexiva” – Prof. Dr. Estilaque Ferreira dos Santos (Ufes)

5) “A História serve para se entender o desenvolvimento das sociedades e dos valores da humanidade; com ela o historiador constrói e divulga conceitos e ideologias com o intuito de promover uma melhora na vida das pessoas” – Profa. Dra. Maria da Penha Smarzaro Siqueira (Ufes)

6) “A História serve para que nos divirtamos lendo uma novela que aconteceu na realidade” – Profa. Dra. Patricia Grau-Dieckmann (Univ. de Buenos Aires)


Bem, prá cada um uma idéia. Qual é a sua?



Site onde foi retirada os conceitos de História: http://www.ricardocosta.com/pub/para_que_serve.htm

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Revolução Francesa






Revolução Francesa - 1789 a 1799 – marco do início da Idade Contemporânea

Contexto Moderno: despotismo dos governos, o mercantilismo; que organizava e controlava o comércio mantendo os grandes ganhos da nobreza e a pobreza da grande população trabalhadora.

A sociedade francesa estava dividida em três ORDENS ou ESTADOS:

1º Clero
2º Nobres
3ºTrabalhadores e Burguesia: pagamento de impostos


3º Estado: camponeses eram os mais sofridos diante da miséria e desumanidade em que viviam.
Os trabalhadores urbanos também viviam em condições semelhantes, encarando horas excessivas de trabalho, condições insalubres, inseguras e ganhos miseráveis.
A burguesia, mesmo pertencendo o 3º Estado havia garantido uma condição econômica que crescia ao longo dos séculos.
Mesmo estando em condições distintas, trabalhadores e burgueses se apoiavam. Os primeiros queixavam-se da vida miserável a que se submetiam e os burgueses às altas taxas alfandegárias e monopólios.

Fase Moderada ou Revolução burguesa (1789 – 1792):1788: França vive uma crise econômica e a população era ameaçada pela fome causada pelas secas que prejudicaram as colheitas. O 1º e 2º Estado mantinha seus gastos e luxos fortalecendo a crise econômica que avassalaria a França.
1789: Governo francês já não conseguia arcar com as dividas do reino e Luis XVI convoca a ASSEMBLÉIA DOS ESTADOS GERAIS (representantes das três ordens ou estados francês) para buscar soluções.
5/5/1789 - Palácio de Versalhes: depois da abertura dos trabalhos da Assembléia, os deputados do 3º Estado se movimentavam na tentativa de modificar o funcionamento dos Estados Gerais. As votações, ao invés de serem individuais, eram feitas por estado. Assim, dificilmente o 3º Estado alcançaria seus objetivos visto que eles se confrontavam com os do 1º e 2º Estado que votavam juntos.
Frustrados pela não aprovação dos seus interesses, os representantes do 3º Estado, em junho de 1789, saem de Versalhes declarando estarem em Assembléia Nacional com o objetivo de darem à França uma Constituição.
A guarda real cerca o local para desfazer a Assembléia, mas seus membros se colocam como representantes do povo e permanecem no local.

Tomada de Bastilha: No dia 9 de julho, a Assembléia Nacional toma o nome de Assembléia Nacional Constituinte e a monarquia absolutista começa a ruir.
A população, sem esperar as decisões da Assembléia, avança sobre fortaleza da Bastilha – símbolo do poder real - em 14 de julho. “Liberdade, igualdade e fraternidade” – grita o povo. A Tomada da bastilha é o marco inicial da Revolução Francesa.

Forçados pelos acontecimentos, nobres e clero, aprovam as propostas burguesas: fim da cobrança de dízimos, da servidão, isenção do pagamento de impostos, monopólios, tribunais especiais,...






Agosto de 1789: Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
1º Artigo: Todas as pessoas nascem livres e com os mesmos direitos.

Em 1791 a Constituinte elabora uma Constituição, que dentre outras coisas determinava os poderes políticos.

Na prática, os privilégios continuaram se mantendo há uma pequena parcela da população. Em pouco tempo, a alta burguesia, pertencente ao 3º Estado, concentrou o poder abandonando os interesses gerais de quem representavam.




Manifestações populares urgiram e defensores dos interesses populares apareceram, dentre eles
Robespierre e Jean-Paul Marat.

A tentativa de uma contra revolução: Junho de 1791




O rei e a sua família tentam fugir da França para buscar apoio de outras aristocracias para retomar o poder, retomando o absolutismo na França. Porém são reconhecidos e a população, revoltada com a fuga realiza uma manifestação contra a monarquia. A Assembléia encaminha a Guarda, que com violência acaba matando e ferindo muitas pessoas. O episódio divide o 3º Estado.




A Revolução Popular ou Fase radical: 1792 – 1794

Diante dos acontecimentos, os setores mais pobres da população, liderados pelos jacobinos (representantes da pequena burguesia) passaram a exigir benefícios às camadas populares.



Abril de 1792: França entra em Guerra contra a Áustria, que juntamente com outras monarquias temem a expansão dos ideais da Revolução Francesa.
Defendendo a revolução e o seu país, voluntários s unem organizando o exercito. A situação interna se radicaliza.




Em agosto de 1792, o rei é destronado e preso. É o fim da monarquia. Forma-se um novo governo que anuncia eleições para mudar as leis da França, é a Convenção Nacional.
Em setembro, os exércitos estrangeiros são derrotados e é adotado um novo calendário; o primeiro da república.

Mudanças Radicais com a Convenção

Dentro da Convenção dois grupos principais se defrontam: os jacobinos e os girondinos (representantes da alta burguesia). Estes últimos estavam interessados em conter o movimento revolucionário, pois temiam prejuízos econômicos. Além disso, não concordavam que camponeses e sans-cullotes tivessem amplos direitos.



Após várias alternâncias de poder entre jacobinos e girondinos, os primeiros tomam o poder e declaram culpados de traição Luis XVI e Maria Antonieta.








Em janeiro de 1793, Luis XVI foi executado na guilhotina. Meses depois, foi a vez de Maria Antonieta.

A Convenção promoveu uma série de mudanças radicais. Institui-se um governo centralizado e é reforçado o Comitê de Salvação Pública, encarregado da defesa interna e externa da Revolução.Dentre os líderes desse período destacam-se ainda Robespierre e Marat, incluindo Danton; grande orador e principal organizador da defesa nacional contra as invasões estrangeiras.



Principais medidas da Convenção: Abolição da Escravidão; Fim dos privilégios; Estabelecimento de preços máximos; Ensino primário obrigtório e gratuito e assistência aos indigentes.


Reação Violenta Contra a Convenção

As mudanças impostas pelos jacobinos causaram uma onda de violência e assassinatos na França. Os girondinos, não aceitando os prejuízos advindos da convenção promoveram diversas conspirações. Marat foi uma das vitimas em 13 de julho de 1793.


A situação era catastrófica. Falta de alimentos intensificavam a péssima situação da guerra. Os jacobinos instituem a Fase do Terror, para defender seu governo.
Robespierre e seus companheiros estavam certos de que para salvar a república era necessário eliminar os opositores. Condenações injustas, perseguições pessoais, execuções fizeram até mesmo jacobinos se oporem a tal efeito. Dantos foi guilhotinado por criticar os excessos.
O radicalismo dos jacobinos conseguiu mobilizar a população contra ameaça estrangeira, porém, o rigor de Robespierre isolou-os do apoio político.
Assim, a alta burguesia retoma o poder determinando a prisão e execução dos principais líderes jacobinos, inclusive Robespierre. Os sans-culottes não tiveram reação visto sua insatisfação com os jacobinos.

A burguesia volta ao poder: 1794 – 1799

Com a queda de Robespierre a alta burguesia sobe ao trono disposta a consolidar seus interesses. Não admitia a política igualitária dos jacobinos, mas também não queria retomar o Antigo Regime. Objetivava implantar uma república moderada, que excluísse das eleições a parcela mais pobre e desse liberdade econômica.
Em agosto de 1795, a Convenção vota uma nova constituição restaurando o critério de renda para ser eleitor.

A crise econômica, porém continuou se agravando e novas coligações entre países europeus contra a França surgiram. Pouco a pouco o governo enfraquece e é instalado um novo, o Consulado.
Governado por Napoleão Bonaporte, um jovem general que regressa à França após derrotar exércitos inimigos ele consolida e protege as conquistas burguesas. Toda sua política é a favor da burguesia.

Conseqüências da revolução Francesa

Queda do Absolutismo Francês
Auxiliou na Independência de diversos paises
Os princípios liberais e igualdade se espalharam pela Europa e América